Cem anos de Solidão.
Entre dias menores
Menos palatáveis
Amargos e difíceis de digerir
Ao ouvir a velha distância de sempre
As mesmas cobranças
E os mesmos discos riscados
Repetem sempre o mesmo verso
Parecia que seria mais tranqüilo
Então me recusei
A mudar de ares
A me jogar na multidão
Mas apenas me calei
Diante de tanta gritaria
De Tanta gente que não se preocupa
Com o que diz.
E que se afasta por ter mudado de vida
Se esconde atrás do muro de lamentações
Tudo parece de isopor
Aquilo que você usa e instantaneamente
Depois não sabe o que fazer com aquilo
Não é reciclável
Ocupa espaço
Mas é bem provável que você não se importe
Apenas não quer mais aquilo do teu lado.
Mas creio que isso não seja aplicado
Apenas à sua maquete que vai pro lixo.
Bela Letra…Bela Música.
okcomputer2006
5 05UTC maio 05UTC 2011 at 7:26
Teria sim moça…é minha amiga bem próxima…